O pernambucano Leidson Ferraz está profissionalmente no meio cultural desde 1995. É Doutor em Artes Cênicas pela UNIRIO, Mestre em História pela UFPE, jornalista formado pela Unicap, ator, curador, historiador, pesquisador e crítico do teatro, produtor cultural, editor de publicações, organizador de acervos, professor e autor com vários livros já lançados, além de ter dezenas de artigos publicados em revistas, livros, portais e sites de vários estados brasileiros.
O pernambucano Leidson Ferraz está profissionalmente no meio cultural desde 1995. É Doutor em Artes Cênicas pela UNIRIO, Mestre em História pela UFPE, jornalista formado pela Unicap, ator, curador, historiador, pesquisador e crítico do teatro, produtor cultural, editor de publicações, organizador de acervos, professor e autor com vários livros já lançados, além de ter dezenas de artigos publicados em revistas, livros, portais e sites de vários estados brasileiros.
Meus Livros e Pesquisas
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Dramaturgia Vital: o teatro popular e musical do caruaruense Vital Santos. Vol. 1 (2025)
Com incentivo do edital Funarte Retomada, do Ministério da Cultura, neste Vol. 1 estão oito peças adultas do premiado dramaturgo e encenador Vital Santos (Feira de Caruaru, Rua do Lixo, 24, A Menor Pausa, Aparição e Vagabundo, A Árvore dos Mamulengos, O Sol Feriu a Terra e a Chaga se Alastrou, Solte o Boi na Rua e Bom Dia, Carmen Miranda!), além de dados históricos de sua trajetória artística e a resposta da crítica. PDF em breve -
Dramaturgia Vital: o teatro popular e musical do caruaruense Vital Santos. Vol. 2 (2025)
Com incentivo do edital Funarte Retomada, do Ministério da Cultura, neste Vol. 1 estão oito peças adultas do premiado dramaturgo e encenador Vital Santos (Feira de Caruaru, Rua do Lixo, 24, A Menor Pausa, Aparição e Vagabundo, A Árvore dos Mamulengos, O Sol Feriu a Terra e a Chaga se Alastrou, Solte o Boi na Rua e Bom Dia, Carmen Miranda!), além de dados históricos de sua trajetória artística e a resposta da crítica. PDF em breve -
Ponto de Vista: crítica e cena pernambucana (2025)
A obra aborda os primórdios da crítica teatral no Recife e contou com incentivo da Lei Aldir Blanc Pernambuco. Fruto de pesquisas por centenas de periódicos, o livro desvela as primeiras publicações de resenhas críticas voltadas ao teatro nos jornais da capital pernambucana, inicialmente de autores anônimos até àquelas com assinatura de colaboradores ou jornalistas contratados entre os séculos XIX e início do XX. PDF -
Louvores e Pedradas à ACTP (Associação dos Cronistas Teatrais de Pernambuco): a pulverização da crítica de teatro no Recife entre 1955 e 1969 (2023)
Com atenção à microhistória, esta tese defendida na UNIRIO (RJ) investiga a trajetória de uma entidade de jornalistas dedicados ao teatro no Recife por 14 anos seguidos. Fruto da efervescência de colunistas teatrais na imprensa pernambucana, a ACTP surgiu no intuito de (re)afirmar uma consciência teatral tanto do público quanto dos artistas e técnicos da cena, mas seguiu envolta em polêmicas marcadas por jogos de interesses. PDF -
O Teatro no Recife da Década de 1930: outros significados à sua história (2021)
Para minimizar o descaso com a produção anterior à chamada modernidade do nosso palco, esta publicação financiada pelo SESC Pernambuco, resultado do Mestrado em História na UFPE, mapeia peças e ações realizadas nos teatros da capital pernambucana nos anos 1930, além de detalhar características daquele fazer teatral e salientar o que existia na dinâmica do movimento cênico da época, principalmente na relação com a imprensa, o poder instituído e os espectadores. PDF -
O Teatro no Recife dos Anos 50: tentativas de reafirmação da modernidade (2019)
Tendo foco principal na imprensa e com incentivo do Funcultura, esta pesquisa centra-se na intensa movimentação teatral no Recife por toda a década de 1950, período ainda pouco lembrado nos livros de história do teatro pernambucano, dando visibilidade à diversidade de críticas, produções cênicas realizadas, artistas envolvidos e casas de espetáculos em atividade (muitas já extintas) em uma década de transição, tão distinta por ser de reafirmação da Modernidade Teatral Brasileira. PDF -
O Teatro em Preto e Branco nas Memórias da Cena Pernambucana (2017)
Salvaguarda de centenas de fotografias de espetáculos teatrais do Recife e Olinda no Século XX, desde a década de 1930. A proposta, com incentivo do Funcultura, digitalizou e classificou cada imagem para fins de preservação e difusão da memória teatral pernambucana/brasileira. Caso tenha interesse em alguma foto, sem cobrança de valor e desde que se respeite a Lei de Direitos Autorais, favor entrar em contato. PDF -
Teatro Para Crianças no Recife - 60 Anos de História no Século XX (Volume 01) (2016)
Mapeamento histórico que contou com incentivo do Funcultura sobre as produções teatrais de 1939 até o encerramento do século XX no ano de 1999, ou seja, 60 anos de produções teatrais recifenses para as infâncias, com inserção de fotos raras, programas de espetáculos e anúncios publicitários, além de trechos de críticas e matérias jornalísticas, num rico painel sobre essa linguagem teatral durante seus primeiros anos na capital pernambucana. PDF -
Teatro Tem Programa! (2016)
Salvaguarda de centenas de programas de espetáculos teatrais produzidos no Recife e em Olinda durante o século XX. A iniciativa contou com incentivo do Funcultura e catalogou e os programas em ordem alfabética, indicando o ano de edição (já que a maioria não traz esta informação), assim como o nome da produção de cada espetáculo estreado. Caso tenha interesse em algum material, sem qualquer cobrança de valor, favor entrar em contato. PDF -
Panorama do Teatro Para Crianças em Pernambuco (2000-2010) (2015)
Registro da produção de espetáculos dos anos 2000 a 2010 em todo o estado de Pernambuco, graças ao incentivo do Funcultura, catalogando mais de 600 produções para as infâncias entre profissionais, amadoras ou estudantis, trazendo ainda textos curtos sobre vários acontecimentos ligados ao teatro, além da descrição detalhada das fichas técnicas dos espetáculos, local de origem, cidades visitadas, prêmios ganhos e amplo painel de fotografias coloridas. PDF -
Um Teatro Quase Esquecido: painel das décadas de 1930 e 1940 no Recife (2015)
A pesquisa, que também contou com incentivo do Funcultura, revela mais sobre grupos e artistas que atuavam naquele momento na capital pernambucana, mas, principalmente, as diferenças ocorridas entre os primeiros anos do Século XX e o decênio 1930, período em que o mercado teatral se ampliou pelo surgimento do Grupo Gente Nossa, e os anos 1940, com o aparecimento do Teatro de Amadores, até chegar aos novos procedimentos para a cena. PDF -
Teatro Para Crianças no Recife – 60 Anos de História no Século XX (2013)
Mapeamento histórico que contou com incentivo do Funcultura sobre as produções teatrais de 1939 até o encerramento do século XX no ano de 1999, ou seja, 60 anos de produções teatrais recifenses para as infâncias, com inserção de fotos raras, programas de espetáculos e anúncios publicitários, além de trechos de críticas e matérias jornalísticas, num rico painel sobre essa linguagem teatral durante seus primeiros anos na capital pernambucana. PDF -
Memórias da Cena Pernambucana - 04 (2009)
Através do depoimento de parte dos seus integrantes, o livro revela a trajetória da Cia. Trupe do Barulho, Foco III do Coliseu, Teatro Mustardinha & Companhia - Teamu, Mamulengo Só-Riso, Companhia de Eventos Lionarte, Teatro Experimental de Arte - TEA, Equipe Teatral de Arcoverde (Etearc), Refletores Produções, Grupo da Gente - Grudage e Papagaios Produções Artísticas, grupos e companhias teatrais pernambucanas do Recife, Olinda, Limoeiro, Caruaru, Arcoverde e Cabo de Santo Agostinho. PDF -
Memórias da Cena Pernambucana - 03 (2007)
Através do depoimento de parte dos seus integrantes, o livro reúne a trajetória de oito conjuntos teatrais recifenses, o Teatro Adolescente do Recife, Tuba - Teatro Universitário Boca Aberta, Cooperarteatro, Grupo Cênico Arteatro, Panorama Teatro, Cia. Théspis de Repertório, Mão Molenga Teatro de Bonecos e o Teatro de Amadores de Pernambuco, além do Grupo Teatral Risadinha, do município de Camaragibe. PDF -
Memórias da Cena Pernambucana - 02 (2006)
Através do depoimento de parte dos seus integrantes, o livro detalha a trajetória do Grupo Chegou Maria Préa!, Loucas de Pedra Lilás, Dramart Produções, Teatro Popular do Nordeste (TPN), Tem na Linha, Grupo de Teatro Bandepe, Ilusionistas Corporação Artística, Aquarius Produções Artísticas, Grupo Feira de Teatro Popular e Haja Teatro, equipes teatrais atuantes no Recife e em Caruaru. PDF -
Memórias da Cena Pernambucana - 01 (2005)
O livro, através de depoimentos e organizado em parceria com Rodrigo Dourado e Wellington Júnior, compila a trajetória de dez grupos teatrais atuantes no Recife e em Olinda dos anos 1960 a 1990: Teatro Hermilo Borba Filho, Teatro da Universidade Católica de Pernambuco, Teatro Experimental de Olinda, Teatro da Criança do Recife, Grupo de Teatro Vivencial, Clube de Teatro Infantil, Teatro Assimétrico do Recife, Teatro Ambiente do MAC, TTTrês Produções Artísticas e Grupo de Teatro Panaceia. PDF
Meus Artigos
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A cena teatral do Nordeste: apontamentos sobre o que não se deve esquecer...
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Alda Garrido e a crítica teatral no Recife: uma consagração às avessas
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Antônio José Duarte Coimbra: a credibilidade de um “português recifense” nas rotas comerciais do teatro brasileiro
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Apontamentos sobre Joanna Januária de Sousa Bittencourt ou “Joanninha Castiga”: atriz-cantora-dançarina do Século XIX
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Arquivos que nos dão uma possível genealogia da crítica teatral no Recife
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A Cor Púrpura – O Musical e A Moratória: como abordar uma peça assistida há muito tempo ou, pior, nunca vista?
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A crítica teatral brasileira e a inexistência imposta a uma certa maioria
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A experiência, um tanto diferenciada, do Teatro de Arena no Recife
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A Rosa Vermelha do Grupo Gente Nossa
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A prática como maior estímulo à teimosia e ao lúdico do teatro de bonecos em Pernambuco
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Barretices e mambembadas do chanchadeiro Barreto Júnior
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Casa da Ópera na lama e com má fama: o primeiro teatro do Recife
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Contribuição à história dos festivais de teatro no Brasil
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Da chanchada à sacanagem possível no Teatro Marrocos, o “Barracão do Barreto Júnior” no Recife
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Do amor tão cênico à minha terra: Petrolina
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Do repúdio à aclamação, e o Recife conheceu a “incoerente” opereta
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Dos pioneiros festivais de teatro para crianças no Brasil às iniciativas contemporâneas
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Entre esquecimentos e negações, o teatro dos anos 1930 no Recife
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Festa da Mocidade: contribuições e impasses no segmento teatral do Recife
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Feteag 40 anos - Renascendo sempre
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Há crianças na sala de espetáculos! - Vestígios da presença de pequeninos espectadores nos teatros do Recife
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Hermilo Borba Filho e a transcendência de uma vírgula
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No movimento de atenção às infâncias
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O Buraco de Otília - um sucesso do teatro de revista pernambucano
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O Grupo Gente Nossa e as lutas empreendidas no mundo teatral recifense
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O modo de criticar na ACTP (Associação dos Cronistas Teatrais de Pernambuco)
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O Recife como sede do I Festival Nacional de Teatros de Estudantes
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O teatro de revista no Recife dos anos 1950: das influências às realizações
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O teatro feito com e para crianças no Recife
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O teatro no Recife da década de 1930 – Outros significados à sua história
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Os teatros de bairro no Recife da década de 1930: efervescentes e fugazes
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Primeiros intercâmbios teatrais entre Paraíba e Pernambuco
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Teatro e política no Recife: entrelaçamentos dos anos 1930
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Teatro pernambucano aperta-se para mostrar a cara
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Um teatro sobre o qual pesa o esquecimento (ou será uma denegação?)
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Waldemar Mendonça e o Grupo Infantil de Comédias na perspectiva de um teatro sadio à sua época
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Contato
Email: leidson.ferraz@gmail.com
Crédito: Léo Mota / Arquivo Folha